Estava de volta de um mês na Réunion, férias dos sonhos com a família, mas o chefe ligou: catástrofe no trabalho. Voltei sozinha, escala imprevista no aeroporto de Lisboa. Chuva fina, ar húmido, cheiro a asfalto molhado. Check-in no hotel ao lado da pista, quarto fresco com ar condicionado a zumbir, lençóis brancos e ásperos de hotel.
No lobby, barulhento com motores ao longe, pedi uma cerveja. Dois mecânicos da oficina do aeroporto, José e Achir, sentaram-se ao lado. José, gordinho, bigodudo, riso grasalhão. Achir, marroquino alto, olhos famintos. Falámos de tudo: o cansaço da viagem, o calor das ilhas. Eu, saia curta, blusa decotada, soltei o cabelo. ‘Vocês parecem saber lidar com máquinas quentes’, disse, piscando. Eles riram. José: ‘E tu, pareces precisares de uma manutenção.’ Achir roçou o braço no meu, eletricidade. O copo gelado suava na mão, coração acelerado. Liberdade total, ninguém me conhece aqui. ‘Subam ao meu quarto, mostro-vos a vista para as pistas.’ Eles trocaram olhares, seguiram-me.
A Escale Imprevista e a Tensão no Lobby
No elevador, mãos já atrevidas. José apertou-me o cu por baixo da saia. ‘Gostas de porra fresca?’ sussurrou Achir. Porta fechada, beijos molhados, gosto a cerveja e tabaco. Tirei a blusa, os meus peitos grandes saltaram, mamilos duros com o frio do AC. Marie-Thé? Não, eu sou a Maria-Teresa, casada há anos, mas aqui sou livre. José chupava um peito, Achir o outro. ‘Que ubos lindos, caralho.’ Desabotoei-lhes as calças. A picha do José, grossa e peluda, cheiro forte a macho. A do Achir, longa, prego na veia. ‘Chupa, vadia.’ ajoelhei-me no tapete, alternava: saliva escorrendo, bolas peludas na cara. ‘Assim, engole tudo.’ O José fedia a suor, excitava-me. Achir fodia-me a boca, garganta funda, quase vomitei mas adorei.
Deitei-me na cama, saia subida, cona molhada exposta. José lambeu-me, língua grossa na entrada, ‘Estás ensopada, puta.’ Dedos no cu, molhados com cuspe. Achir masturbava-se vendo. ‘Quero foder-te o cu.’ Virei de quatro, lençóis colando na pele suada. José entrou na cona primeiro, pancada forte, peitos a balançar. ‘Fode, mais forte!’ Achir cuspiu no cu, dedo dentro, depois a picha grossa. Dor boa, esticava-me toda. ‘Gostas de ser enrabada?’ ‘Sim, fode-me o cu, Achir!’ Ele bombava, couro batendo, suor pingando. José na cona, dupla penetração, recheada, gritava. Calor moído da noite entrava pela janela entreaberta, aviões rugindo.
A Foda Selvagem na Quarto e o Adeus Picante
José gozou primeiro, enchendo a cona de porra quente. Achir acelerou no cu, ‘Vou-te encher o rabo!’ Explosão dentro, sentia jatos quentes. Saíam, porra escorrendo pelas coxas, salgada no ar. Chupei as duas picas sujas, limpando com a língua, gosto a cu e porra. ‘Quereis uma cerveja?’ ‘Não, temos de ir, o chefe…’ Vestiram-se rápido. ‘Amanhã de manhã?’ ‘Talvez, mas hoje lestei.’ Saíram, porta bateu.
Sozinha, deitei-me, dedos na cona, porra saindo do cu. Lambi, extase puro. Corpo dormente, pele pegajosa de suor e sêmen. Ninguém sabe, marido longe, família na Réunion. Voo amanhã, memória fresca: o cheiro deles na pele, o formigueiro no cu. Sorri, liberdade de passagem. Quem diria que uma escala virava foda épica. Ainda sinto o pulsar.