A Minha Escala Quente no Hotel do Algarve com um Estrangeiro Irresistível

Estava a conduzir para o Algarve, umas férias sozinha para fugir à rotina de Lisboa. O carro deu-me um problema na autoestrada perto de Lagos, uma avaria parva mas chata. Parei num hotelzinho à beira-mar, daqueles com lobby fresco e cheiro a cloro da piscina. Era fim de tarde, calor húmido a colar-me a camisola fina ao corpo. Entrei, cansada, suada, com o cabelo solto e uma saia curta que subia nas coxas.

💸Torna-te modelo webcamMais de 50% dos ganhos · Pagamentos diários · 60 M de visitas/diaSaber mais →

No lobby, ele estava lá. Um francês, uns 40 anos, alto, com olhos cansados mas um sorriso que me derreteu. Chamava-se Philippe, sozinho, disse que vinha de férias com os miúdos mas eles já estavam no quarto. Pediu um café, eu pedi outro. Sentámo-nos, pernas a roçar por acidente. ‘Estás sozinha?’, perguntou, voz grave, sotaque sexy. ‘Sim, liberdade total aqui no sul’, respondi, mordendo o lábio. O ar condicionado zumbia, arrepios na pele. Falámos de viagens, de como longe de casa tudo é permitido. A mão dele roçou a minha coxa debaixo da mesa, quente, firme. Eu não recuei. ‘Quarto 205, se quiseres subir’, sussurrei, coração a bater forte. Ele sorriu, pagou os cafés.

A Chegada ao Hotel e o Encontro no Lobby

Subimos no elevador, silêncio elétrico, corpos colados. Na porta do meu quarto, ele empurrou-me contra a parede, beijou-me com fome. Língua quente, mãos nas minhas tetas por cima da camisola. ‘Quero-te agora’, murmurou. Tirei-lhe a t-shirt, pele salgada do dia na praia, músculos tensos. Ele arrancou-me a saia, cuecas finas já molhadas. ‘Que cona linda, depiladinha’, disse, ajoelhando-se. O quarto cheirava a mofo de hotel, ar condicionado gelado nos peitos nus. Lambeu-me o clitóris devagar, língua áspera, dedos a abrir-me. ‘Assim? Mais forte?’, gemi ‘Sim, fode-me com a boca’. Chupei-lhe o caralho, grosso, veias pulsantes, pré-gozo salgado na ponta. Engoli até à garganta, ele gemeu ‘Porra, que boquinha gulosa’.

O Sexo Selvagem na Quarto com Vista para o Mar

Deitei-me na cama, lençóis ásperos e frios. Ele subiu em cima, caralho duro roçando a minha cona ensopada. ‘Mete, Philippe, fode-me forte’. Empurrou devagar, preenchendo-me toda, quente e grosso. Acelerei os quadris, unhas nas costas dele. ‘Mais rápido, vai, goza dentro’. O som dos motores ao longe misturava-se com os nossos gemidos, suor a pingar, pele a colar. Virei-me de quatro, ele agarrou-me o cu, metendo fundo, bolas a bater. ‘Que cu perfeito, quero comer-te toda’. Gozei primeiro, cona a apertar-lhe o caralho, pernas a tremer, grito abafado na almofada. Ele veio logo, jatos quentes de porra a encher-me, gemendo o meu nome. Ficámos ofegantes, corpos colados, cheiro a sexo e mar pela janela aberta.

De manhã, ele partiu cedo, beijo rápido no lobby. ‘Foi incrível, anonimato puro’. Eu retomei a estrada, cona ainda sensível, porra seca nas coxas. O sol queimava, ondas ao fundo, mas o prazer latejava. Ninguém nos conhece, só aquela urgência de passagem. Sorri sozinha, acelerando para o Algarve. Aquela escala… voltava já amanhã.

Leave a Comment