Estava em Coimbra por 24 horas, viagem de negócios. Reuniões cedo de manhã, cheguei na véspera para não me matar na estrada. Separada há semanas, trinta e quatro anos, sentia-me livre. Numa cidade onde ninguém me conhece, queria aventura. Foder estranhos, sem amarrar. Adoro isso, a urgência de quem parte amanhã.
Jantei um bife com batatas e cerveja loira no restaurante perto do hotel. O ar quente e húmido da noite grudava na pele. Caminhei pelas ruas universitárias, vi um bar com terraço. Entrei, pedi outra cerveja. Quase meia-noite, devia dormir, mas o desejo latejava. Dois rapazes na mesa ao lado chamaram-me a atenção. Miúdos, vinte anos no máximo, rindo alto, álcool nos olhos.
A Chegada à Cidade e o Encontro no Bar
Uma morena petite, pernas finas, saia curta; não, espera, dois rapazes. Um mais magro, cabelo castanho comprido, t-shirt justa nos peitinhos firmes. O outro mais carnudo, loiro curto, lábios grossos, camisa desabotoada mostrando peito liso. Fumei com eles na rua, luz do bar iluminando. ‘Festas porquê numa terça?’, perguntei. O moreno riu: ‘É o 18º dela… dele, do meu mano’. Engasguei na cigarrilha. Dezoito anos acabados de fazer. Meu caralho interno acordou.
Conversámos, flertei. O loiro aproximou-se, braço roçando o meu, cheiro a suor fresco e cerveja. ‘Vens connosco ao loft?’, disse o moreno. Hesitei, mas o desejo venceu. ‘Melhor ao meu hotel, perto. Amanhã parto cedo’. Subimos as escadas, ar condicionado gelado da quarto batendo na pele suada. Portas batiam ao fundo, motores distantes na auto-estrada.
No quarto, jogo de cartas picante no chão, ao pé da cama. Franzi coxas deles, bebi mais. ‘Vocês são gatos, dá-me vontade de vos tocar’, disse eu, mão na perna do loiro. Ele assentiu, beijei-o, língua quente, sal na pele do pescoço. O moreno riu, mão na minha anca. Tudo rolou rápido. Desabotoei calças do loiro, caralho duro pulou, veias saltadas. ‘Mmm, que pauxa boa’, murmurei, masturbando devagar, pré-gozo a escorrer.
A Foda Selvagem na Quarto Frio do Hotel
O moreno despiu-me a blusa, mamas pesadas livres, mamilos duros com o frio. Chupei o caralho do loiro, bolas salgadas na língua, enquanto o moreno me comia a cona por trás. Dedos molhados no cu, língua no clitóris inchado. ‘Fode-me, vai’, gemi. O loiro deitou-se, entrei no caralho dele, cona escorrendo, apertando forte. O moreno meteu na boca, foda de garganta, baba pingando.
Troquei, montei o moreno, cu carnudo batendo nas coxas. Loiro chupava mamas, mordia mamilos. ‘Mais forte, fode esta puta!’, gritei. Sentia o cheiro a sexo, suor misturado, lençóis de hotel ásperos na pele. O loiro meteu no cu, devagar, lubrificado com cuspe. Duas pauxas a abrir-me, cona e cu cheios, gemidos ecoando. Gozei primeiro, corpo tremendo, cona esguichando no caralho do moreno. Eles gozaram logo, porra quente na cara e mamas, jatos grossos, gosto amargo na boca.
Deitamos exaustos, riso nervoso. Dormi pouco, acordada pelo alarme. Beijei-os, ‘Adeus, segredo nosso’. Saí com o cu dolorido, cona latejante, comboio para Lisboa. Na janela, sol nascendo, sorriso no rosto. Ninguém sabe, prazer ainda pulsa. Liberdade de passagem, perfeita.