Estava a caminho do Brasil por negócios, mas uma greve de aviões me deixou presa em Lisboa. Escala imprevista, hotelzinho perto do aeroporto. O lobby era fresco com a clim zumbindo, cheiro de café forte e eco dos motores ao longe. Eu, suada da viagem, combinação leve colada na pele, saí do quarto pra esticar as pernas. Ele estava ali, na janela, moreno, brasileiro pelo sotaque que ouvi no telefone. Olhos escuros, corpo atlético sob a camisa fina. Nosso olhar cruzou. Sorri, ele retribuiu. ‘Que merda de greve, né?’, disse eu, aproximando. Ele riu, voz grave: ‘Pois é, mas Lisboa compensa.’
Sentamos no bar, copos gelados suando nas mãos. Falei do meu trabalho como maquiadora artística, mala cheia de tintas e pincéis pra um evento no Rio. Ele, designer gráfico de São Paulo, voltando de férias. O papo fluiu, pernas roçando de leve. Senti o calor subir, o desconhecido me excitava. ‘Quarto livre a noite toda?’, perguntei direta, mordendo o lábio. Ele piscou: ‘Vem ver.’ Subimos, corações batendo forte. No quarto, luz fraca, lençóis brancos ásperos, ar úmido apesar da clim. ‘Quero te pintar como uma tela viva’, sussurrei, abrindo a mala. Ele tirou a camisa devagar, olhos famintos em mim. Nu, pau meia-bomba já, pele morena lisa. ‘Não mexe sem eu mandar’, ordenei, voz rouca.
A Rencontre no Lobby e a Tensão que Subia
Peguei o pote de tinta branca, untei as mãos. Comecei pelas pernas, subindo devagar, dedos escorregando na pele quente. Ele respirava fundo, cheiro de suor misturado ao da tinta. Massageei coxas, evitei a virilha peluda, mas rocei de leve a pica que endurecia. ‘Porra, que delícia’, gemeu ele. Virei ele, pintei costas, bunda firme. Pincel agora, traços de verde e azul, motivos tropicais como folhas na coxa, serpente subindo pro peito. Ele imóvel, mas pau latejando reto pra mim. Ajoelhei pra detalhes nas pernas, sopro quente na glande. Ele tremeu. ‘Só um toque…’, e acariciei devagar, língua no pré-gozo salgado. Ele gemeu baixo.
O Sexo Intenso no Quarto e a Despedida Picante
Não aguentei. Levantei, tirei a roupa, seios livres balançando. Ele me puxou, boca nos mamilos, chupando forte. ‘Me fode agora’, implorei. Joguei ele na cama, montei. Pica grossa abrindo minha cona molhada, escorregadia. ‘Caralho, que quentinha’, grunhiu ele, mãos na minha bunda. Cavalguei forte, pele pintada roçando minha, tintas borrando. Gemidos altos, cama rangendo. Virei de quatro, ele meteu fundo, bolas batendo no cu. ‘Mais forte, me arromba!’, pedia eu, unhas cravadas nos lençóis. Ele socava, suor pingando, ‘Vou gozar na tua boceta’. Explosão juntos, eu gozando gritando, ele enchendo-me de porra quente. Colapsamos, ofegantes, gosto de sal na pele dele.
Depois, deitados, clim gelada nos corpos suados. Ele traçou meus seios com dedo sujo de tinta. ‘Melhor escala da vida’, riu. Vesti rápido, voo às 5h. Beijo molhado na porta, ‘Sem nomes, só prazer’. No táxi pro aeroporto, noite moite lá fora, sorria sozinha. Corpo ainda formigando, cona dolorida e feliz. Anônimo, urgente, perfeito. Voltei pra minha vida, mas aquela pintura borrada na memória me molha só de lembrar.