A Minha Aventura Quente na Loja Durante as Férias no Sol

Estava de férias no Algarve, aquele sol a queimar a pele, o mar ao fundo. O dia todo em transe, com uma bola de calor no ventre só de lembrar a manhã. Aquele rapaz da loja de roupas… tão jovem, mas acordou em mim uma sensualidade louca. O marido ali ao lado, última dia de férias, e eu a refrear o desejo de voltar. Mas ele acordou-me, cara de culpado: “Desculpa, amor, tenho de ir à cidade por negócios. Volto para o jantar.”

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O coração acelerou. Duas horas livres. Sozinha. As boas resoluções voaram. Ele que se dane, foi ele que abriu a porta. Levantei-me como um autómato, pernas a levar-me à loja. Parei à porta, hesitante. Eu, a mulher respeitável, a entregar-me a um miúdo? Loucura. Mas ele viu-me pela montra, olhos a brilhar. Saiu, pegou-me no braço nu, pele a arrepiar com o toque. “Entre, senhora, tenho novidades que lhe vão agradar.”

A Tensão que Cresce na Ausência do Marido

Entrei, loja vazia, ar condicionado fresco contra a humidade do dia. Ao fundo, ele abraçou-me de repente. “Não, para…”, mas a boca dele na minha, mãos por todo o lado. Uma a amassar as nádegas, subindo por baixo do vestido curto, tocando a pele nua da tanga fina. A outra no decote, direito à renda do sutiã. Em segundos, vestido arregaçado, peitos meio de fora, fogo nos sentidos. “Devia fechar”, disse eu, voz rouca, já rendida.

Ele trancou a porta, voltou com olhos selvagens. Parei-o: “Calma, temos tempo.” Fiz sentar no sofá, comecei a desabotoar o vestido devagar. Revelei o sutiã azul pastel, balcões a realçar os seios cheios, o sulco fundo. O vestido caiu, mostrando a barriga lisa, a tanga a moldar o monte púbico inchado pela excitação. Ele babava. “Toca-te”, ordenei, audaz.

Gemeu, baixou as calças, sacou o caralho duro, começou a punhetar. Eu, nua em lingerie, desabotoei o sutiã, seios livres, mamilos duros nas auréolas rosadas. Tanga ao chão, pelinhos loiros no triângulo, lábios da cona já húmidos. Sentei-me na poltrona em frente, pernas abertas, dedos no clitóris inchado, abrindo as grandes lábios, enfiando um dedo na entrada molhada. Ondulava, gemendo, o olhar dele a queimar-me.

O Êxtase Intenso e Sem Filtros

Ele gemia alto, prestes a gozar. Levantei-me, ajoelhei entre as pernas dele. “Deixa-me…” Beijei a cabeça do caralho, língua na haste, bolas na boca. Chupei devagar, engoli até meio, bombeando. Larguei, esfreguei os peitos na verga, titilando com mamilos. Empunhei os seios, fiz uma cona de tetas, punhetando-o assim. Ele explodiu, jatos quentes no pescoço, nos peitos. Tremi de prazer.

“Desculpa, foi bom demais”, disse ele. Eu frustrada, mas ele puxou-me, cara na cona, nariz nos pelinhos, cheiro almiscarado. Língua no clitóris, dedos nas nádegas, no rego. Gozei de pé, gritando, sumo a escorrer.

Beijámo-nos, gosto meu na boca dele. Senti-o endurecer outra vez. Frotámos, ele entre as coxas. No sofá, guiei o caralho à cona encharcada. Entrou fácil, fodi-me devagar, depois forte, pernas ao alto. Gozei cambrada. Virei-me, rabo empinado, ele admirou a racha, cu franzido. Penetrou de doggy, eu a rebolar, empalando-me. Dedos no clitóris, apalpei peitos balançantes. Gozámos juntos, ele a encher-me de porra quente.

Ficámos ofegantes, caralho ainda dentro. Levantei-me, vesti-me devagar, ele a olhar. “Obrigada, foi perfeito”, disse, beijando a verga meia-mole. Saí, deixando-o nu. No quarto, marido ainda fora, corpo a pulsar. Amanhã volto a casa, anónimo total, mas o prazer lateja, sal na pele, cheiro dele na memória. Liberdade de passagem, urgência do adeus.

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