Estava em viagem de negócios para Paris, mas uma greve de aviões fodeu tudo. Escale imprevista em Madrid. Cheguei ao hotel exausta, o ar condicionado gelado batendo na cara, contrastando com o calor moite da rua. O lobby cheirava a café forte e perfume caro. Sentei-me no bar, pedi um gin tónico. Dois gajos ao lado: o Miguel, espanhol alto, moreno, olhos pretos que me devoravam, e o João, português como eu, mas de Lisboa, magro, sorriso safado. Estavam em negócios, cervejas na mão.
Começámos a falar. ‘De onde vens, linda?’, perguntou o Miguel, voz grave. Eu ri, nervosa. ‘Porto, mas agora perdida aqui.’ O João piscou: ‘A gente anima essa noite.’ Drinks fluíam, olhares cruzados. Senti o calor subir, a saia colando nas coxas suadas. Toquei o braço do Miguel, ele retribuiu, dedos quentes na minha perna. O João roçava o joelho no meu. ‘Quarto livre?’, sussurrei. Eles trocaram um olhar cúmplice. Subimos, corações aos pulos, o elevador apertado, cheiro de desejo no ar.
A Escale Imprevista e a Tensão no Lobby
Na minha quarto, porta fechada, o zumbido distante dos motores dos aviões. Luz fraca, cortinas semi-abertas, ar condicionado sussurrando. O Miguel puxou-me para si, beijo faminto, língua invasora, gosto de cerveja e sal. ‘Quero-te nua’, murmurou. Tirei a blusa, seios livres, mamilos duros roçando o tecido. O João atrás, mãos nas minhas nádegas, apertando. ‘Que cu perfeito’, gemeu. Desabotoei as calças deles. O caralho do Miguel, grosso, veias saltadas, saltou para fora. O do João, longo, curvado. ‘Chupa-nos’, ordenou o Miguel. Ajoelhei-me, boca no pau dele, sugando forte, saliva escorrendo. O João meteu na minha mão, eu masturbava ritmado. Gosto salgado da pré-gozo na língua.
Deitei-me na cama, lençóis ásperos de hotel, frios contra a pele quente. Coxas abertas, cona latejando, molhada já. ‘Lambe-me’, pedi. O Miguel mergulhou a cara, língua no clitóris, chupando voraz. ‘Assim… oh foda-se…’, gemi, unhas nos lençóis. O João chupava os meus peitos, mordendo mamilos, doendo bom. Trocaram, João na cona, dedos dentro, fodendo-me com a mão. ‘Estás ensopada, puta safada’, riu. Gozei rápido, corpo tremendo, ondas quentes, gritando baixo para não acordar o hotel.
O Sexo Selvagem na Quarto de Hotel
‘Mete-me o teu caralho’, supliquei ao Miguel. Ele obedeceu, pau grosso abrindo a cona, esticando tudo. ‘Que apertadinha…’, grunhiu, bombando forte, bolas batendo no cu. O João na boca, foda oral profunda, garganta cheia. Virei de quatro, Miguel atrás fudendo cona, João na frente na boca. Depois, trocaram. ‘Quero o cu também’, hesitei, mas o desejo venceu. Miguel cuspiu no buraco, meteu devagar, dor misturada prazer. ‘Devagar… ai sim… fode o meu cu!’. João na cona, duplo penetração, cheia deles, gemendo alto, suor pingando, pele salgada no gosto. Gozei outra vez, cona apertando, eles aceleraram. ‘Vou gozar!’, berrou Miguel, enchendo o cu de porra quente. João puxou, jorrou na cara, esperma grosso escorrendo queixo.
Ficámos ofegantes, corpos colados, cheiro de sexo no ar. Dormimos pouco, mais uma foda rápida de manhã. ‘Foi incrível, mas tenho de ir’, disse, beijando-os. No aeroporto, avião para Paris, corpo dorido, cona inchada, memória fresca. Ninguém nos conhece, anonimato puro. Ainda sinto o pulsar, o sal na pele, urgência do adeus. Volto a viajar amanhã. Quem sabe o próximo?