Estava voltando de férias no sul da Espanha, sol escaldante na pele, corpo bronzeado e relaxado. Voo de Málaga para Lisboa, mas escale imprevisto em Madrid por causa de uma tempestade. Dois, três horas à espera… Decidi ir para o hotel do aeroporto, lobby cheio de gente cansada, ar condicionado gelado contrastando com o calor úmido lá fora. O bar chamava, pedi um gin tónico, salgado na língua.
Sentei-me ao balcão, saia curta subindo nas coxas, top colado ao suor. Ele apareceu do nada: Diego, o espanhol que fodi em Málaga há uns dias. Alto, barba por fazer, olhos devorando-me. ‘Inês, que sorte!’, disse com sotaque grosso, mão roçando a minha. Contamos mentiras sobre o dia, mas o ar crepitava. ‘Vem ao meu quarto esperar o voo. Tenho surpresas pra ti’, murmurou, dedo traçando o meu braço. Coração acelerou, cona já úmida de antecipação. Ninguém nos conhece aqui, liberdade total, urgência do avião ao fundo.
A Escale e a Tensão no Lobby do Hotel
Subimos, elevador cheirando a desinfectante, corpo dele colado ao meu. Porta abre, quarto simples: cama king, cortinas semi-fechadas, ronco distante dos motores. ‘Toma um banho, relaxa. Eu volto já’, beijou-me o pescoço, língua quente. Água quente na banheira, vapor subindo, sabão escorregando entre as tetas, barriga, descendo à franja molhada. Penso na picha dele, dura como pedra, metendo fundo. Dedos entram na cona, gemidos ecoam no azulejo frio.
Saio, pele vermelha, deito nos lençóis ásperos do hotel, ar gelado nos mamilos duros. Porta range atrás de mim. Viro-me: um rapaz novo, uns 25 anos, fato escuro, nœud-pap, toalha na mão. ‘Não tenha medo, a senhora Diego mandou-me ajudar-te a relaxar.’ Coração para. Ele aproxima-se, cheiro a colónia masculina. ‘Vira-te pro espelho’, ordena suave. Nu frente ao vidro embaçado, ele atrás, toalha áspera nas costas, descendo pros glúteos. Mãos quentes agora, directas: apanham as tetas, pesam-nas, beliscam os bicos. ‘Que peitos perfeitos’, sussurra. Eu… arqueio-me, vergonha misturada com fogo.
Mão desce, dedos roçam o clitóris inchado. ‘Estás encharcada.’ Pernas tremem, encosto-me ao pau dele, duro contra as nádegas. ‘Fode-me’, peço, voz rouca. Ele baixa as calças, pica longa e grossa salta. Agarra ancas, mete devagar na cona aberta. ‘Ahhh, caralho!’, grito, mãos no lavatório, espelho mostrando a cara lasciva, boca aberta. Ele bombea forte, bolas batendo, suor pingando. ‘Goza pra mim, puta de passagem.’ Explosão vem, cona aperta, ele enche-me de porra quente, jatos fundos.
O Prazer Cru e a Surpresa no Quarto
Levanta-me pros lençóis, corpo mole. Batida na porta. Entra uma mulher, uniforme justo, cabelo preso. ‘Precisa arrumar-se pro Diego.’ Sem pudor, ajeita a colcha, depois me maquila: pincel nos mamilos, blush rosado. ‘Ele gosta de bicos escuros.’ Dedos dela na cona, limpando a porra, mas enfia dois, mexe. ‘Estás molhada outra vez.’ Cabeça entre pernas, língua chupando o clitóris, sugando. ‘Oh sim, lambe-me toda!’ Gozo de novo, ondas violentas, corpo convulso.
Eles lavam-me, secam, atam pulsos e tornozelos com fitas suaves. ‘Agora, pronta pro teu macho.’ Portas do armário abrem: Diego entra, sorriso vitorioso, pica já meia-dura. ‘Boa rapariga.’ Desata-me, fode-me devagar primeiro, depois selvagem, cona cheia de porra velha misturada à nova. Gozamos juntos, gritos abafados pelo zumbido dos aviões.
De manhã, voo chama. Saio, pernas bambas, cona latejante, cheiro de sexo na pele. Diego acena do lobby, anonimato intacto. Ninguém em Lisboa saberá. O prazer pulsa ainda, prometendo mais escales loucas.