A Minha Escale Ardente no Hotel de Estrasburgo

Estava em viagem de negócios para Paris, mas o voo atrasou por causa de uma tempestade. Escale forçada em Estrasburgo, num hotelzinho perto do aeroporto. Cheguei exausta, o ar condicionado gelado do lobby batendo na pele suada da viagem. Sentei no bar, pedi um gin tónico. Ele apareceu do nada: alto, moreno, uns 40 anos, olhos escuros que me devoravam. Francês, pelo sotaque. ‘Boa noite, pareces perdida’, disse ele, com um sorriso safado. Chama-se Marco. Conversa solta, risos. Senti o calor subir, o desconhecido excitava-me. Ninguém nos conhecia aqui, longe de Lisboa, livres.

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Olhava para as mãos dele, fortes, imaginava-as no meu corpo. ‘Queres subir ao meu quarto? Só um copo’, murmurou, voz rouca. Hesitei um segundo, o coração acelerado. ‘Vamos’, respondi, mordendo o lábio. No elevador, já nos tocávamos. As mãos dele na minha cintura, o cheiro do seu perfume misturado com o meu suor. A porta mal fechou, beijávamo-nos com fome. Línguas enroscadas, gosto a sal da pele dele.

A Rencontre no Lobby e a Tensão que Cresce

Ele rasgou a minha blusa, os seios saltaram livres. ‘Que tetas perfeitas’, grunhiu, chupando os mamilos duros. Eu gemi, as pernas tremiam. Desabotoei-lhe as calças, o caralho dele saltou, grosso, veias pulsantes, cabeça inchada. ‘Quero chupar-te’, disse eu, ajoelhando. A boca cheia dele, saliva escorrendo, o sabor salgado e quente. Ele gemia, ‘Assim, caralho, engole tudo’. Lambi as bolas, chupei forte, sentindo-o pulsar.

Deitei-me na cama, lençóis frios de hotel contra a pele quente. Ele abriu-me as pernas, a cona molhada exposta. ‘Estás ensopada, puta safada’, riu, enfiando dois dedos, fodendo-me devagar. Gritei de prazer, o ar condicionado zumbia, aviões rugiam ao longe. A língua dele na minha clitoris, chupando voraz, dedos dentro e fora. Gozei forte, o corpo convulsionando, sumos escorrendo pelas coxas.

O Sexo Selvagem na Quarto de Hotel

‘Agora fodo-te’, disse ele, posicionando o caralho na entrada. Entrou devagar, enchendo-me toda, esticando a cona. ‘Que apertadinha’, gemeu, bombando forte. Eu cravava as unhas nas costas dele, ‘Mais forte, fode-me como um animal!’. Ele acelerou, o quarto cheirava a sexo, suor, a noite húmida lá fora. Mudei de posição, de quatro, ele batendo nas nádegas, ‘Toma, leva no cu se quiseres’. ‘Sim, enfia no cu!’, implorei. Lubrificou com a minha saliva, entrou no rabo apertado, dor e prazer misturados. Fodemos assim, gemidos ecoando, o corpo colado, pele salgada.

Gozei de novo, ele dentro do cu, apertando. ‘Vou gozar!’, avisou. Puxou fora, jatos quentes no meu peito, na cara. Lambi o resto, exaustos, ofegantes. Ficámos ali, abraçados, o zumbido da clim, motores distantes.

De manhã, vesti-me rápido. ‘O meu voo’, disse, beijando-o. Ele sorriu, ‘Foi incrível, anjo’. Saí sem olhar para trás, o corpo ainda a formigar, a cona dolorida mas feliz. No avião, revivi tudo: o gosto dele na boca, o cheiro do sexo nos lençóis. Anónimo, passageiro, mas para sempre na memória. Liberdade de viagem, puro fogo.

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