Estava a caminho de férias no Algarve, voo de Lisboa para Faro. Mas uma tempestade fodeu tudo. Escale imprevista no Porto, horas à espera. O hotel era perto do Douro, lobby com cheiro a madeira velha e café forte. Eu, suada da viagem, vestido leve colado na pele pela humidade. Sentei no bar, pedi um vinho verde gelado. Ele apareceu. Chamava-se António, estrangeiro, talvez francês, olhos cinzentos, sorriso safado. ‘Prima viagem?’, perguntou, voz rouca. Sorri, pernas cruzadas, sentindo o ar condicionado gelado na nuca.
Falámos de tudo e nada. O avião atrasado, a cidade à noite. Ele tocou no meu braço, casualmente. Eletricidade. ‘Quarto sozinha?’, piscou. Ri, ‘Por agora’. A tensão subia, olhares quentes, coxas roçando debaixo da mesa. O som dos motores ao longe, como um pulsar. Bebi mais, corpo quente, cona já úmida. ‘Vamos subir?’, sussurrou. Levantei, mão na dele, coração a mil. Elevador apertado, cheiro dele, suor misturado. Porta fechou, beijo voraz, línguas dançando.
O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente
Na quarto, luz fraca, lençóis brancos ásperos do hotel. Janelas abertas, ar moite da noite, rio murmurando lá em baixo. Ele arrancou o vestido, sutiã voou. ‘Que tetas perfeitas’, rosnou, chupando mamilos duros. Eu gemi, unhas nas costas dele. Calças dele no chão, pica grossa, veias saltadas, cabeçona vermelha. ‘Chupa-me’, mandou. Ajoelhei, boca cheia, salgado, engoli até à garganta. Ele fodia a minha boca, mãos no cabelo. ‘Caralho, que puta boa’. Levantei, empurrei-o na cama. Montei, cona escorrendo, guiei a pica para dentro. ‘Ahhh, fode-me forte!’. Cavalguei, tetas balançando, suor pingando, pele colando.
O Sexo Intenso na Quarto de Hotel
Virou-me de quatro, espalmou a bunda. Dedos na cona, depois no cu. ‘Queres no cu?’. ‘Sim, fode tudo!’. cuspiu, entrou devagar, ardia mas bom. Bombeava, bolas batendo, eu gritava. ‘Mais rápido, vai!’. Mudou, missionário, pernas nos ombros, meter fundo, clitoris inchado. ‘Vou gozar!’, berrei. Corpo tremeu, cona apertando, jatos quentes. Ele puxou fora, gozou na barriga, esperma grosso, quente. Ofegantes, colados, clim gelada na pele molhada.
De manhã, beijo rápido. ‘Segredo nosso’. Voltei ao aeroporto, corpo dolorido mas satisfeito. Avião decolou, rio ficando pequeno. Lembrei o gosto dele na boca, marcas na pele, cheiro de sexo nos lençóis. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorri sozinha, cona ainda latejando. Liberdade de passagem, prazer puro. Quero mais.