Eu estava em Berna por causa de uma conferência chata, escale imprevista de duas noites num hotel no centro. O quarto era fresco com o ar condicionado zumbindo, lençóis brancos e ásperos roçando a pele. Mas o calor húmido da noite de verão suíço me inquietava. Saí vestida com uma saia curta escura, blusa branca meio aberta deixando os seios fartos quase saltarem. No lobby, luzes baixas, cheiro de café e perfume caro. Um homem de uns 50 anos, suíço forte, barba grisalha, me olhava fixo. Sorri, ele veio. ‘Boa noite, de onde vens?’, perguntou com sotaque. ‘Portugal, mas aqui sozinha e entediada’, respondi piscando. Ele riu, mão no meu braço. A tensão subiu rápido, olhares devorando. ‘Queres algo excitante? O parque ali perto é perfeito para isso’, sussurrei. Ele assentiu, pau já duro no fato. Saímos, coração acelerado pela liberdade de ser desconhecida aqui.
O parque estava escuro, folhas úmidas roçando pernas, ruído de motores distantes da autoestrada. Caminhamos por uma alameda, paramos num banco isolado. Ele me puxou para o colo, beijou voraz, língua salgada de suor. ‘Estás molhada já?’, murmurou. Afastei a saia, sem cueca, cona exposta ao ar fresco. Ele ajoelhou, cabeça entre coxas, língua lambendo devagar. Gemi, ‘Assim, mais fundo…’. O clítoris inchado pulsava, néctar escorrendo, gosto doce e salgado na boca dele. Vi um vulto atrás de um arbusto – outro homem, 40 anos talvez, a masturbar-se pelo fato. Em vez de fugir, excitei-me mais. ‘Vem cá, junta-te’, chamei baixo. Ele aproximou-se trémulo, sentou ao lado. Cariciei o braço dele, ele tocou meus seios, firmes e quentes. ‘Mama-os’, ordenei. Boca no mamilo, chupando forte, dentes roçando. O primeiro homem levantou-se, baixou calças, caralho longo e fino ereto. Tomei-o na boca, sugando guloso, saliva escorrendo queixo. ‘Caralho, que boca…’, gemeu ele.
A Chegada a Berna e a Tensão no Lobby
Agora três, cercados por olhares de voyeurs que surgiam das sombras. O segundo homem enfiou dedos na minha cona, fodendo ritmado. ‘Estás uma fonte’, disse. Virei-me, inclinei, rabo para ele. ‘Fode-me agora’. Ele cuspiu na mão, passou no caralho grosso, entrou devagar na cona apertada. ‘Ai, que bom… mais forte!’. Cada estocada batia fundo, bolas batendo nádegas, suor pingando. O primeiro na minha boca, garganta funda. Gemia abafado, ‘Vou gozar…’. Engoli tudo, quente e viscoso. O segundo acelerou, mãos nos quadris, ‘Tão apertada, puta portuguesa…’. Gozei gritando baixo, cona contraindo, líquido escorrendo pernas. Ele puxou fora, jorrou nas costas, quente e pegajoso.
O Sexo Intenso no Parque e o Final no Hotel
De repente, luzes de carro polícia ao fundo. ‘Merda, foge!’, sussurrei. Corremos rindo, escondendo-nos em arbustos, coração disparado. Passaram devagar, gritando para dispersar. O primeiro homem pegou-me a mão. ‘Vem ao meu quarto no hotel perto, acabamos lá’. Fomos, urgência do meu voo amanhã a mil. No quarto, AC gelado contrastando pele quente. Deitei nua nos lençóis, ele lambeu o cu molhado de suor e porra. ‘Enfia o dedo’, pedi. Entrou, fodendo anal enquanto eu masturbava o clítoris. Montei-o reverso, cona engolindo o caralho fino até ao fundo, balançando selvagem. ‘Fode, fode mais!’, gritei. Gozou dentro com preservativo, eu tremendo no orgasmo final. Dormi pouco, acordar com cheiro de sexo na pele.
De manhã, beijo rápido, sem nomes trocados. Voltei ao aeroporto, corpo dolorido mas satisfeito, memória da noite pulsando na cona ainda sensível. Ninguém em Portugal saberia, anonimato perfeito. Aquela escale foi o melhor da viagem – liberdade total, prazer cru. Volto a Berna um dia…