Escala Imprevista: Minha Noite Quente com um Padre e o Bispo no Hotel do Aeroporto

Estava a caminho das férias no Algarve, sol, praia, liberdade. Mas o voo atrasou por uma tempestade idiota. Escalei no hotel do aeroporto de Lisboa, daqueles genéricos, cheiro de café queimado e ar condicionado gelado demais. No lobby, barulhento com motores ao fundo, vi ele: um padre novo, Ildefonso, uns 30 anos, olhos pretos, corpo atlético sob a batina civil. Falava com um bispo mais velho, careca, mas charmoso, barba branca. Sorri pro padre, pedi um copo de vinho. ‘Boa noite, padre. Voando pra conferência?’ Ele corou. ‘Sim, e tu? Pareces perdida.’ Rimos, conversamos. O vinho subiu, olhares demorados. Liberdade total, ninguém me conhece aqui. O bispo piscou: ‘Ela é jeitosa, Ildefonso. Cuida dela.’ Senti o calor entre as pernas, a cona úmida já. ‘Quarto 312, se quiseres companhia’, sussurrei pro padre. Ele hesitou, mas veio.

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Subimos. Quarto frio, clim zumbindo, lençóis brancos ásperos de hotel. Porta fechada, ele me puxou. ‘Isto é pecado’, murmurou, mas a boca na minha, língua quente, gosto de vinho tinto. Tirei a camisa dele, peito liso, suor salgado na pele. ‘Fode-me, padre, ninguém sabe.’ Ele gemeu, mãos nas minhas tetas, apertando os mamilos duros. Caí de joelhos, abri a braguilha. Caralho grosso, veias pulsando, cheiro de macho. Chupei devagar, língua no saco, saliva escorrendo. ‘Porra, que boca…’ Ele agarrou meu cabelo. O bispo bateu na porta. ‘Ouvi gemidos. Posso entrar?’ Entrou, rindo. ‘Pênitencia partilhada.’ Despiu-se, caralho menor mas duro, bolas pesadas. Eu nua, cona depilada pingando, deitei na cama. Ildefonso lambeu minha boceta, língua no clitóris, sucos doces misturados com suor. ‘Delícia, como vinho de missa.’ O bispo meteu na minha boca, fodendo a garganta. ‘Chupa, puta devota.’ Gemi alto, som de aviões abafando.

O Encontro Casual no Lobby e a Tensão que Subiu

Ildefonso entrou em mim, caralho esticando a cona molhada, pau até o fundo. ‘Ahh, fode forte!’ Ele bombava, cama rangendo, pele batendo molhada. Calor moite apesar do frio, suor escorrendo, gosto salgado nos beijos. O bispo por trás, dedo no cu, depois caralho lubrificado com minha saliva. ‘Vira missionário do inferno.’ Ildefonso na cona, bispo no cu, alternando. ‘Haa, enche-me!’ Gemidos: ‘Oups, han, pfuif!’ Senti o bispo gozar primeiro, jato quente no cu, escorrendo. Ildefonso acelerou, bolas batendo, ‘Vou jorrar!’ Gozou dentro, esperma enchendo, capote furou, mas foda-se. Eu explodi, cona apertando, orgasmo tremendo pernas, unhas nas costas dele. Cheiro de porra, suor, sexo no ar. O bispo lambeu minha cona gozada: ‘Santo néctar.’ Descansamos suados, corpos colados.

De manhã, bispo foi embora cedo, prometendo segredo. Ildefonso beijou: ‘Foi divino pecado.’ Tomei banho rápido, cona dolorida, esperma ainda pingando. No check-out, lobby vazio, peguei o voo. No avião, vibração dos motores reavivava o tesão. Lembrei o caralho duro, o cu arrombado, gemidos proibidos. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Volto pra casa com sorriso, corpo marcado por arranhões leves. Próxima escala? Quem sabe. Liberdade de viagem, melhor afrodisíaco.

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