Estava de volta de um congresso em Lisboa, voo para Porto atrasado por uma escale em Faro. Calor pegajoso da noite algarvia, ar condicionado do aeroporto a zumbir. Cheguei ao hotelzinho perto da pista, lobby vazio, só o bar iluminado. Eu, suada na saia justa, cabelo solto, corpo pronto para aventura. Ninguém me conhece aqui.
Dois gajos no balcão: Filipe, alto, moreno, olhos famintos; Miguel, mais baixo, forte, sorriso maroto. ‘Boa noite, portuguesa?’, diz Filipe, acendendo um cigarro. Brindamos com gin tónico gelado. Conversa flui: viagens, solidão, desejo. Mãos roçam, olhares prometem. ‘Quarto livre até amanhã cedo’, sussurro. Eles trocam olhar cúmplice. Subimos, elevador cheira a sexo antigo.
A Chegada e o Encontro no Lobby
Porta fecha, luz fraca, ar condicionado gelado contra pele quente. Desabo no Filipe, beijo molhado, língua gulosa. Ele agarra minhas tetas por cima da blusa, ‘Que delícia de puta viandante’. Miguel atrás, mão na minha raba, saia sobe. Rasgo camisa dele, chupo mamilos duros. Calções caem, caralhos saltam: Filipe grosso, veias pulsantes; Miguel comprido, cabeçuda.
De gatas na cama, lençóis ásperos de hotel. Filipe mete na boca, pau salgado de suor, empurro garganta até babar. ‘Chupa bem, caralho’. Miguel lambe cona por trás, língua no cu, dedos abrindo lábios inchados. Gemo alto, aviões roncam ao fundo. Troco: monto Miguel, cona engole caralho todo, bolas batem raba. Ele aperta mamilos, ‘Fode mais forte, vadia’. Filipe na boca, gozo primeiro, jato quente na cara.
O Sexo Selvagem na Quarto de Hotel
Viro, Filipe debaixo, pau enterra fundo, útero dói gostoso. Miguel lubrifica cu com cuspe, mete devagar. ‘Ahhh, dois caralhos… enchem-me!’. Ritmo louco, pele chapinha, suor pinga, gosto salgado na boca. ‘Mais, fode o cu dela!’, grita Filipe. Orgasmo explode, cona aperta, esguicho molha lençóis. Eles bombam, Miguel goza no cu, Filipe na cona, esperma escorre quente.
Ficamos ofegantes, cheiro de sexo paira, clim gela suor. ‘Foi brutal’, diz Miguel, beijando pescoço. Filipe ri, ‘Volta quando quiseres’. Visto-me, beijos rápidos. Meu voo chama. Saio, pernas bambas, cona lateja, cu arde docemente. No avião, sorriso secreto: ninguém sabe, prazer vivo na memória, anonimato perfeito. Faro fica para trás, mas aquela urgência… marca para sempre.