Escale Íntima em Lisboa: A Noite que Não Esquecerei

Estava de regresso de um congresso em Madrid, mas o voo atrasou por causa de uma tempestade. Escale imprévista no aeroporto de Lisboa, duas horas que viraram a noite toda. Cheguei ao hotel anexo, exausta, o ar condicionado gelado a arrepiar a pele suada. No lobby, barulhento com motores ao fundo, pedi um gin tónico. Ele estava ali, alto, olhos tristes, talvez francês pelo sotaque. ‘Perdido também?’, perguntei, sentando-me ao lado. Chamava-se Pascal, em viagem de negócios, mulher morta há um ano, filha longe. Falámos baixo, o calor moite da noite lisboeta infiltrando-se pelas portas. Os olhares demoravam, as coxas roçavam debaixo da mesa. ‘Quero esquecer tudo’, disse ele, mão na minha perna. Senti o formigueiro subir. ‘Vamos para cima? O meu voo é só amanhã cedo.’ Ele hesitou, mas veio.

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Subimos no elevador, silêncio pesado, cheiro a ele – suor misturado com colónia. Na minha quarto, porta fechada, o clique ecoou como um sinal. A clim zumbia, lençóis brancos frios na pele. Beijámo-nos com fome, línguas urgentes, mãos a rasgar roupa. ‘Fode-me agora’, sussurrei, voz rouca. Ele atirou-me para a cama, boca nos meus peitos, chupando os mamilos duros como pedras. Desci a mão, agarrei o caralho dele, grosso, latejante, pré-gozo a escorrer. ‘Estás molhada pra caralho’, rosnou, dedo na minha cona, já encharcada, lábios inchados. Lambi-lhe a cabeça, salgado, engoli até à garganta, ele gemeu alto, ‘Porra, que boca’. Deitei-me de pernas abertas, ele ajoelhou-se, língua na minha clítoris, chupando voraz, dedos a foder-me fundo, o som molhado preenchendo o quarto. Gritei, ‘Mais, fode com a língua!’, orgasmo a vir rápido, corpo a tremer, sumo a jorrar na boca dele.

A Rencontre no Lobby e a Tensão Crescente

Não parou. Virou-me de quatro, cuspiu na mão, untou o cu. ‘Queres no rabo?’, perguntou, excitado. ‘Sim, mete tudo’, respondi, empinando. O caralho entrou devagar, ardendo, esticando o anel apertado, até ao fundo. ‘Que cu apertado, foda-se’, grunhiu, bombando forte, bolas a bater na cona. Suor pingava, sel na pele dele, gosto salgado quando lambi o pescoço. Mudei de posição, montei-o, cona engolindo o pau até ao útero, balançando selvagem, unhas nas costas dele. ‘Goza dentro, enche-me!’, mandei. Ele agarrou as nádegas, fodeu de baixo para cima, brutal. Gozei outra vez, cona a pulsar, leite dele a ferver, enchendo-me quente, escorrendo pelas coxas. Caímos exaustos, corações a martelar, cheiro a sexo no ar.

De manhã, café rápido no lobby, aviões a rugir. ‘Foi incrível, obrigada pela liberdade’, disse ele, beijo rápido. Parti sem números, anónimo perfeito. No avião, pernas doridas, cona sensível, lembro o gosto dele na boca, o ardor no cu, o alívio da urgência. Longe de casa, ninguém sabe. Ainda sinto o prazer, quente, vivo.

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