Minha Escale Torride em Madrid: Fodi um Desconhecido no Hotel do Aeroporto

Estava a caminho de Toulouse para um congresso de negócios. Voo de Lisboa com escala em Madrid. De repente, tempestade. Atraso de horas. ‘Merda’, pensei, cansada, suada da viagem. O ar do aeroporto cheirava a café queimado e ansiedade. Decidi ir pro hotel do aeroporto, um daqueles genéricos com quartos impersonais.

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No lobby, barulhento com anúncios de voos, vi ele. Alto, moreno, uns 40 anos, olhos verdes penetrantes. Estrangeiro, talvez francês pelo sotaque. Vestido casual, camisa aberta no peito, suor brilhando na pele morena. Sentei no bar ao lado dele, pedi um gin tónico. Ele virou: ‘Noite complicada, não é?’. Sorri, pernas cruzadas, saia subindo um pouco. ‘Pois é, mas pelo menos há companhia boa.’ Rimos. Conversa fluiu: viagens, solidão em escalas. O ar condicionado gelado arrepiava minha pele, mas o calor entre nós subia. Ele roçava o braço no meu, olhares demorados. Senti a cona pulsar. ‘Quarto 312’, disse ele, voz rouca. ‘Só uma hora, antes dos voos.’ Meu coração acelerou. Liberdade total, ninguém me conhece aqui.

A Escale Imprevista e a Tensão no Lobby

Subimos. Elevador apertado, cheiro dele: suor salgado, colónia forte. Porta fechou, ele me prensou na parede. Beijo faminto, língua invadindo minha boca, mãos apertando minha bunda. ‘Quero te foder agora’, murmurou. Arrancou minha blusa, sutiã voou. Chupou meus peitos duros, mamilos latejando. Eu gemi, mãos no cinto dele. Caralho enorme saltou, grosso, veias pulsando, pré-gozo na ponta. ‘Caralho, que pau!’, disse eu, ajoelhando. Chupei gulosa, língua no saco, engolindo até a garganta. Ele gemia: ‘Porra, tua boca é fogo’. Deitei na cama, lençóis frios de hotel contra pele quente. Ele rasgou minha calcinha, língua na cona molhada. ‘Tão gostosa, safada’. Lambeu o clitóris, dedos fodendo meu buraco apertado. Gozei rápido, gritando, pernas tremendo, gosto salgado dele na minha pele suada.

O Foda Selvagem e o Adeus com Tesão

Virou-me de quatro, espeta o caralho na cona de uma. ‘Ahhh, fode forte!’, implorei. Ele bombava selvagem, bolas batendo na minha bunda, barulho de carne molhada. Clima gelada contrastava com suor moite pingando. Aviões rugiam ao longe, urgência do voo iminente nos enlouquecia. Mudei de posição, montei nele, cona engolindo tudo, rebolando. ‘Vou gozar na tua boceta’, grunhiu. Eu cavalgava mais rápido, unhas nas costas dele. Ele explodiu, porra quente enchendo-me, eu gozei de novo, corpo convulsionando. Ficamos ofegantes, cheiro de sexo no ar, pele colada.

Depois, banho rápido, água morna lavando o gozo. ‘Foi incrível, desconhecida’, disse ele, beijando meu pescoço. Vesti-me, saí pro aeroporto. Voo chamou. Sentei na janela, cona ainda sensível, gosto de sal na boca. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorri sozinha, tesão latejando. Aquela escale… melhor que férias no sol. Volto pra Lisboa com memória pra masturbar noites inteiras.

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