Eu sou portuguesa, na casa dos 40, e todo verão fugimos eu e as minhas duas melhores amigas para uma aventura de van pela costa mediterrânica. Vidas casadas e empregos ok, mas a amizade manda. Ano passado, depois de um piano-bar em Sète, íamos para Marseillan. Eu ao volante, nuisette leve colada à pele pelo calor húmido, risos sobre o empregado gato. Lua branca iluminava a estrada junto ao mar, ondas ao fundo, cheiro de sal no ar.
De repente, um tipo acena com o telemóvel como lanterna. Freio a fundo, coração aos pulos. ‘Que maluco!’ penso. Craque! A cem metros, um pinóia gigante cai na estrada, iluminado pelos faróis. Paro no estacionamento da praia, pernas a tremer, cheville direita a doer do travão brusco. Saímos, apoiamo-nos no capô quente. Ele espera.
O Encontro na Estrada Sob a Lua
‘- O que fazes aí? Como sabias da árvore?’, pergunto, voz trémula. Ele, Jojo, uns 50 anos, cabelo grisalho, olhos calmos. ‘Sonhei com isto esta noite. Moro aqui perto, vim esperar. Já salvei um animal no Salagou assim.’ Moto ali perto. Liga aos gendarmes. Nós, chocadas mas vivas, ficamos no van aberto, amigas deitadas nos colchões.
Eu massageio a cheville, ele oferece ajuda. Sento na beira, ele ajoelha-se. Mãos fortes, quentes, sobem devagar. Gratidão explode em mim. Liberdade da viagem, ninguém nos conhece, urgência da noite. Levanto a nuisette, fenda depilada com triângulo negro por cima exposta. Ele entende, dedos abrem grandes e pequenas lábios. ‘Estás molhada…’, murmura. Boca na cona, língua recolhe o mel. Gemo baixo, ar noturno pegajoso, som das ondas misturado aos meus suspiros.
Língua sobe e desce, leve, forte, dentro fora. Chupa o clitóris inchado, aspira, morde suave. Dedo entra, roça por dentro. ‘Não pares…’, peço, mão na cabeça dele. Outro dedo, fodem-me devagar, pressão no ventre puxa cona para a boca. Língua fustiga o botão. Orgasmo irrompe, corpo treme, grito abafado. Ele beija minha mão, deita-me suave.
Prazer Intenso no Van e a Partida
Amigas acordam no escuro, excitadas pelos sons. A mais próxima: ‘Ouvi tudo, molhei-me.’ Ele puxa-a, pernas nos ombros, caralho grosso entra centímetro a centímetro. Ela geme, fode metade, depois fundo. ‘Mais fundo!’, implora, mão no clitóris. Aperta com músculos, ele agarra bundas carnudas. Ela goza em jorro, ele sai devagar.
Eu e a outra olhamos. Terceira chama-o: ‘Vem cá.’ Beijo longo, mão dele nos meus peitos fartos. Chupa mamilos duros, forte. Ela pega no caralho latejante, lambe como gelado, bolas aos testículos, pau todo. Engole fundo, ritmo lento, língua no freio. Ele treme, goza na boca, ela engole tudo, mama até amolecer. Beijo final, moto some.
Manhã, retiram árvore, banho no mar salgado, frio delicioso na pele quente. Café em Agde, rimos contando. ‘Foi loucura, mas salvou-nos. E fodeu-nos como deuses.’ Volto à estrada, cona ainda lateja, cheiro dele no ar, anonimato perfeito. Prazer gruda na memória, liberdade de passageiras.