Escala Quente: O Estranho que me Fodeu Selvagemente no Hotel

Estava de escale imprevista em Faro, Algarve, a caminho das férias ao sol. O voo atrasado, noite quente e húmida, ar cheirava a mar e jasmim. Entrei no lobby do hotel perto do aeroporto, o ar condicionado gelado a arrepiar a pele suada. Vestia um vestido leve, sem sutiã, os mamilos endurecidos pela friagem. Pedi um quarto só para esta noite, o rececionista piscou o olho.

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Sentei-me no bar, copo de vinho verde na mão, o gelo a tilintar. Ele apareceu do nada. Alto, pele pálida, cabelo preto comprido solto nos ombros, olhos dourados que brilhavam sob as luzes. Camisa preta aberta no peito, calças justas. Estrangeiro, sotaque indefinido, suave como mel. ‘Posso juntar-me?’, murmurou, voz rouca no meu ouvido. Virei-me, o coração acelerou. ‘Só se me disseres o teu nome secreto’, respondi, rindo nervosa.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Subia

Chamava-se algo como Victor, mas não importava. Falámos baixo, pernas a roçarem debaixo da mesa. O calor da noite entrava pelas portas, misturado ao zumbido distante dos aviões. Ele tocou-me a mão, dedos frios, mas quentes por dentro. ‘Estás sozinha aqui? Liberdade total…’, disse, os olhos fixos nos meus lábios. Senti a cona humedecer, o vestido colado à pele. ‘Vou subir. Quarto 312. Mas o meu voo é cedo’, provoquei. Ele sorriu, dentes brancos, afiados.

Subi, duche rápida, água quente a escorrer pelo corpo, sabão com cheiro a sal. Deitei-me nos lençóis ásperos do hotel, o AC a soprar frio nos peitos nus. Batida na porta. Abri, ele entrou sem pedir, corpo colado ao meu. ‘Não resisti’, sussurrou, mãos nas minhas ancas. Beijou-me com fome, língua invasora, gosto a vinho e algo metálico. Mordiscou o lábio inferior, leve dor que me fez gemer.

O Sexo Intenso na Quarto com Urgência do Voo

Empurrou-me para a cama, rasgou o vestido. ‘Quero-te toda’, grunhiu. Chupou os mamilos, dentes a apertar forte, quase a magoar, mas o prazer subiu como fogo. ‘Ai, fode-me já’, pedi, mãos no cabelo dele. Desceu, língua na barriga, no umbigo, depois na cona depilada. ‘Estás encharcada, puta de escale’, riu, enfiando dois dedos, curvados no ponto G. Lambeu o clitóris inchado, sugando voraz, alternando mordidelas leves. Parei de respirar, pernas a tremer. ‘Não pares, caralho!’, implorei. Ele acelerou, dedos a foder rápido, boca a devorar. Gozei explosiva, sumo a jorrar na cara dele, gritos abafados pelo travesseiro.

Ele despiu-se, caralho enorme, veias pulsantes, cabeça vermelha. ‘Vira-te’, mandou. De quatro, ele cuspiu na cona, enfiou de rompante. ‘Que apertadinha!’, gemeu, mãos nas minhas nádegas, palmadas que ardiam. Fodia brutal, bolas a bater no cu, suor salgado na pele. Ouvia motores ao longe, urgência do amanhecer. Virei-me, montei-o, cona a engolir o pau até ao fundo. Cavalguei selvagem, unhas nas costas dele, leiteiras a balançar. ‘Goza dentro, enche-me!’, berrei. Ele agarrou os meus cabelos, mordeu o pescoço forte, quase sangue, dor e prazer misturados. Gozámos juntos, caralho a pulsar, porra quente a inundar-me, corpo em convulsões.

Ficámos ofegantes, corpos colados, cheiro a sexo e suor. ‘Foi perfeito, anónima’, disse ele, beijando-me. Adormeci um bocado, acordada pelo alarme. Ele sumira, só a capa dele na cadeira, cheiro a ele no ar. Vesti-me rápido, cona ainda latejante, porra a escorrer pelas coxas. No aeroporto, o avião a rugir, sorri sozinha. Ninguém sabe, mas sinto-o ainda, o prazer da escale proibida, liberdade total. Volto sempre que puder.

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