A Minha Escale Quente com uma Estranha no Hotel

Estava de regresso de férias no sul de França, mas uma tempestade infernal atrasou o meu voo em Marselha. Escale imprevista, noite num hotel perto do aeroporto. O lobby cheirava a café forte e humidade, a climatização gelada contrastava com o calor moite lá fora. Chuva batia nas janelas, trovões ao longe, como motores de aviões distantes. Sentei-me no bar, pernas cruzadas, saia curta colada à pele pelo suor.

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Ela apareceu do nada. Loira, curvas suaves, uns 35 anos, casada pelo anel, mas olhos famintos. Francesa, chamou-se Charlotte. ‘Tempête horrible, hein?’, disse ela, sentando ao meu lado. Sorri, respondi em francês trapalhão com sotaque português. ‘Sim, mas pelo menos companhia boa.’ Olhares cruzados, pernas roçavam acidentalmente. Bebemos rosé gelado, conversámos de viagens, maridos ausentes – o dela no cinema com os miúdos. ‘Aqui ninguém nos conhece’, murmurei, mão no joelho dela. Ela corou, mas não afastou. Tensão subia, ar pesado, cheiro do perfume dela misturado ao meu suor salgado.

A Rencontre no Lobby e a Tensão que Cresce

‘Quarto 312’, sussurrou ela, levantando-se. Segui-a no elevador, corações acelerados, silêncio elétrico. Porta fechou, clim zumbia baixo. Beijámo-nos ali mesmo, famintas. Línguas quentes, salgadas de vinho. Mãos dela nas minhas tetas, eu apertava a dela contra a parede. ‘Não sei se devo…’, hesitou, mas eu já desabotoava a blusa. Peitos grandes, mamilos duros como pedras. ‘Quero-te nua’, ordenei, voz rouca. Ela obedeceu, robe caiu, cueca branca húmida.

Empurrei-a para a cama, lençóis ásperos de hotel, cheiro a detergente barato. Chupei os mamilos, mordi suave, ela gemia baixo, chuva no fundo. ‘Lamba-me a cona’, pedi, abrindo as pernas. Ela ajoelhou, hesitante, língua tímida no meu clitóris inchado. ‘Mais forte, caralho!’ Incentivei, segurei a cabeça dela, fodi a boca na cara dela. Molhada toda, gosto salgado misturado ao mel da minha excitação. Dedos meus na cona dela, raspada quase branca, apertada e quente. ‘Estás ensopada, puta’, ri, enfiei dois dedos, bombeando rápido. Ela gritou, corpo tremia.

O Sexo Selvagem na Quarto, Sem Limites

Virei-a de costas, raba branca perfeita. Lambi o cu dela, língua furando o anel apertado. ‘Oh merda, nunca…’, gemeu. Enfiei a cara na cona, chupando o clitóris como uma louca, dedos no cu agora. Ela gozou forte, esguichando na minha boca, salgado e doce. ‘Agora fode-me com a tua coxa’, ordenei. Ela montou, cona escorregadia roçando o meu jeans, gemendo alto. Eu toquei-me por baixo, clitóris latejante, gozei com ela, unhas cravadas nas costas dela, gosto de suor na pele.

Depois, deitadas, ofegantes, clim gelado nos corpos suados. ‘Foi incrível, mas tenho de ir’, disse ela, beijando-me. Amanhã voo cedo, ela família. Saí do hotel ao nascer do sol, chuva parada, motores de aviões rugindo. Na estrada para o aeroporto, cona ainda latejava, cueca molhada no saco. Ninguém sabe, anonimato total. Sorri, mão na virilha, revivendo o cu dela na minha língua, os gemidos. Liberdade de passagem, prazer puro. Volto a Portugal com isso no corpo, quente e secreto.

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